Subsídio de risco aos profissionais que estão na linha da frente

Em Portugal, o Projeto de Resolução n.º 385/XIV apresentado pelo deputado André Ventura do partido CHEGA recomenda ao Governo atribuir um subsídio de risco aos profissionais da linha de frente ao combate à pandemia (médicos, enfermeiros, elementos de força de segurança, bombeiros etc) durante o tempo em que vigorarem as medidas excepcionais de combate à doença. .

A ideia surgiu do cenário português ante a COVID-19. Na exposição de motivos é citada uma série de exemplos de dificuldades enfrentadas pelos profissionais de diversas áreas, o que justificaria o recebimento do subsídio. .

Segundo o Projeto: “o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) ordenou aos seus técnicos que contactam com pessoas infectadas com o COVID-19, que reciclem os óculos descartáveis de protecção. Para tal, definiram nas orientações distribuídas que este material que, sublinhe-se, é de natureza descartável, deve ser mergulhado em lixívia para a sua desinfecção. .

Nas forças de segurança – outro sector da sociedade que está bastante exposto ao risco de contágio – a situação é semelhante. Antes de o Governo ter comprado o material que estava em faltava, as indicações que estes profissionais tinham, eram no sentido de não ser necessário usar máscara, havendo mesmo ameaças de processos disciplinares para quem insistisse no uso daquele material de protecção. No entanto, agora que os stocks das forças de segurança foram reabastecidos, a ordem é que se deve usar o material para protecção dos profissionais e dos restantes cidadãos.” .

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